O que fazer quando um episódio de racismo acontece na escola?

Essa resposta é dada com muita facilidade pelas escolas que já implementaram o Protocolo Antirracista.

O Protocolo Antirracista, desenvolvido pela Ser Antirracista se baseia no conceito de Justiça Restaurativa (JR) que busca satisfazer as pessoas afetadas por um ato danoso, seus autores e as respectivas comunidades de apoio. Por meio do diálogo, busca transformar situações conflitivas em relações de cooperação e construção. O propósito da justiça restaurativa é a restauração das vítimas, ofensores e comunidade, e a reparação dos danos provocados pelo conflito, e é isso que buscamos com esse protocolo.

3 momentos do protocolo

Antes

Durante

Depois

Construção coletiva

Antes da aplicação do protocolo é muito importante que toda a comunidade escolar faça parte da sua construção.

Essa ação possibilita que todos saibam como agir em cada uma das situações e podem incentivar outras pessoas a atuarem de acordo com o protocolo também

As ações de conscientização são essenciais para que o conhecimento impeça a prática de ações racistas.

Implementação e acompanhamento:
Serão realizados reuniões, treinamentos e palestras para que o protocolo seja desenvolvido e implementado, criando um ambiente em que toda a comunidade escolar conheça e saiba aplicar suas diretrizes.

Além da implementação, durante 1 ano, a Ser Antirracista acompanha a escola, para orientação na aplicação do protocolo, caso episódios de racismo ocorram.

Mentoria para implementação do Procolo antirracista

A Ser Antirracista não consegue estar em todas as escolas do país, então resolvemos formar multiplicadoras que poderão implementar o Protocolo Antirracista desenvolvido pela Ser Antirracista.

Já nos primeiros encontros da mentoria, você será incentivado a buscar uma instituição de ensino para oferecer a implementação do Protocolo e fazer com que essa metodologia que vem transformando as relações étnico-raciais nas escolas chegue a mais crianças!

Programa​

Você receberá:

8 Aulas ao vivo de orientação para a implementação do Protocolo Antirracista nas escolas.

Gravação dos encontros por 1 ano.

Slide das apresentações das aulas para usar na sua implementação.

Apostila de Implementação.

Ferramentas para diálogos em caso de episódios de racismo.

2 encontros de mentoria individual com Paula Batista durante o período de 1 ano para tirar dúvidas sobre a sua implementação do Protocolo.

Poderá oferecer o Protocolo para diversas instituições de ensino

Será bem remunerada aplicando uma metodologia reconhecida pelas escolas

Certificado de 40h e Grupo de WhatsApp com conteúdo semanal de Letramento Racial

Conheça os educadores que implementam o protocolo antirracista nas escolas

Emily Barros

Sou Emily, tenho 27 anos, sou estudante de Pedagogia e conclui o programa de Mentoria para Aplicação de Protocolo Antirracista. Atuo na promoção de práticas educativas inclusivas e no fortalecimento de espaços escolares mais justos e equitativos.

Clecinara Miguel

Sou Clecinara Miguel, formada em Direito, com experiência em mediação de conflitos e vivência no empreendedorismo. Hoje coloco esse percurso a serviço da educação antirracista e pauta racial. Sou multiplicadora de Protocolos Antirracistas e fundadora da Casa de Dandara, consultoria que nasce do desejo de transformar escolas, famílias e instituições em espaços mais justos, plurais e acolhedores. Acredito que a educação é ferramenta de mudança social e que o antirracismo precisa ser prática cotidiana, viva e coletiva. Meu trabalho é sobre memória, identidade e futuro. É sobre descolonizar saberes e abrir caminhos para que novas narrativas floresçam.

Veja o que diz quem já participou da mentoria:

Faça sua candidatura para a próxima turma da mentoria.